- Onde: Olympiastadion, Munique
- Quando: 27 de julho de 2024
<p style="text-align: left;"><em>What if I told I’m back?</em> Acho que este é um dos textos mais entusiasmantes que vou escrever… desde que escrevi sobre a <a href="https://asofiaworld.com/2024/05/the-eras-tour-lisbon-n1/">The Eras Tour em Lisboa</a>. Se ver a Taylor ao vivo em Lisboa já foi todo um acontecimento, o que dizer de ir a outra cidade europeia vê-la? Falarei de Munique noutra ocasião. Para já quero mesmo falar-te desta experiência única, à semelhança do que fiz em Lisboa. Vamos a isto?</p><p style="text-align: left;"><strong>Pré-Eras Tour</strong></p><p style="text-align: left;">Tal como contei antes, o processo de poder ir à The Eras Tour começou ainda antes de se saber que ia haver Eras Tour. Os rumores de uma <em>tour</em> começaram em agosto de 2022, quando a Taylor anunciou o <em>Midnights</em>, e eu decidi começar a juntar dinheiro porque tinha noção de que os bilhetes seriam mais caros e mais difíceis de conseguir do que tinham sido em 2019, quando foi anunciado que ela viria ao NOS Alive de 202.</p><p style="text-align: left;">Se é um pouco especulativo juntar dinheiro para algo antes de se saber se vai acontecer, quando vai acontecer, em que valores e se Portugal está incluído? Talvez, mas só assim foi possível pensar na possibilidade de concertos no estrangeiro.</p><p style="text-align: left;"><strong>Conseguir bilhetes</strong></p><p style="text-align: left;">A Eras Tour funcionou com um sistema de registo para obter um código e, assim, tentar comprar bilhetes. Foi algo novo e chato. Inscrevi-me com dois e-mails (o meu e o da minha mãe) para Lisboa, Madrid e Edimburgo. Não consegui código para nenhum na altura. Do meu grupo, só uma pessoa conseguiu código para Lisboa, portanto teve de ser ele o salvador da pátria. No entanto, a Inn conseguiu código para Munique e perguntou-me se eu estava interessada e não hesitei em dizer que sim.</p><p style="text-align: left;">Se para comprar bilhetes em Lisboa foi uma guerra, os de Munique foram um paraíso. Uns dez minutos depois de a venda começar já a Inn tinha assegurado bilhetes e eu estava a lacrimejar porque pelo menos ia ver a Taylor uma vez.</p><p style="text-align: left;">Para Munique ficámos na bancada, do lado esquerdo do palco, algo que me permitiria ter uma perspetiva completamente para o concerto. E foi assim que a meio de julho de 2023 eu comecei a sonhar com o final de julho de 2024.</p><p style="text-align: left;"><strong>O outfit</strong></p><p style="text-align: left;">Quando percebi que teria dois <em>outfits</em> para explorar ponderei muito bem aquilo por que tipo de abordagem queria optar. Como já estávamos com a Eras a decorrer nos Estados Unidos eu soube, desde o primeiro momento, qual seria a era que queria no meu <em>outfit</em>. Acho que se pode ir com uma roupa normal, mas, com tantos meses entre comprar bilhetes e ter o concerto, há um efeito de antecipação muito interessante da Eras Tour: assistir a <em>lives</em>, ver as <em>surprise songs</em>, escolher <em>outfits</em>, fazer pulseiras da amizade…</p><p style="text-align: left;">Para a minha primeira vez a ver a Taylor queria ir vestida da era que mais me marcou e que tem um dos álbuns da minha vida: <em>1989</em>. Podia ter escolhido a era que me tornou fã, mas o <em>1989</em> tem uma história mais impactante na minha vida e também foi por lá que decidi fazer a minha primeira tatuagem portanto comecei a procurar ideias e roupas durante o verão. Em setembro tinha todo o <em>outfit</em> em casa: top preto, saia azul, casaco cinzento, tudo a lembrar a <em>1989 World Tour.</em></p><p style="text-align: left;">Sabia que não queria repetir o <em>outfit</em> em Munique, mas também não queria comprar um <em>outfit</em> totalmente novo. Ponderei comprar um vestido <em>Fearless</em>, mas não adorava totalmente nenhum e queria estar confortável por isso escolhi manter o top preto e usar <em>skorts</em> pretos para poder ter ali umas vibes de <em>reputation</em>. Simples, leve e confortável.</p><p style="text-align: left;"><strong>Logísticas de deslocação e alojamento</strong></p><p style="text-align: left;">Beeeeeem, vou deixar que a Inês conte a saga que viveu, mas nós tínhamos uma reserva de hotel feita no início do ano. O resto é a história da Inn.</p><p style="text-align: left;">Quanto a deslocação, obviamente a viagem foi de avião. Comprei a viagem muito em cima da hora (por vários motivos) e, por isso, os bilhetes não foram tão baratos quanto teriam sido se os tivesse comprado há meses. No entanto, como comecei um trabalho novo duas semanas antes, foi bom não o ter comprado bilhetes com antecedência porque teria comprado para sexta-feira e ia ter ali um problema para resolver.</p><p style="text-align: left;">A nível de voos, do Porto para Munique há dois voos por dia (o mesmo para o regresso). No caso da ida, ambos são de manhã, por isso optei pelo primeiro, às 6h15. No regresso vim no último, às 21h20. Ambos operados pela Lufthansa.</p><p style="text-align: left;">Foi a minha primeira vez a andar sozinha de avião e a ter mais cuidados de logística de viagem, mas correu tudo bem e achei tranquilo todo o processo. Check-in online, passagem rápida pela segurança, espera tranquila. Para Munique consegui lugar à janela, sem ninguém imediatamente ao lado. Dormi uma hora e tal. Para cá foi mais chato porque o meu lugar era do lado do corredor e, apesar de não ter ninguém no lugar do meio, o simples facto de ir no corredor impedia-me de conseguir encontrar uma posição confortável para dormir — e eu queria muito dormir!</p>
<img width="1080" height="1920" src="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/taylor-swift-the-eras-tour-munich-park-asofiaworld-daylight.jpg" alt="Taylor Swift the eras tour munich" srcset="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/taylor-swift-the-eras-tour-munich-park-asofiaworld-daylight.jpg 1080w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/taylor-swift-the-eras-tour-munich-park-asofiaworld-daylight-864x1536.jpg 864w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/taylor-swift-the-eras-tour-munich-park-asofiaworld-daylight-481x855.jpg 481w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" />
<p style="text-align: left;"><strong>Afinal Lisboa teve uma boa organização (e quase faleci na fila, pronto)</strong></p><p style="text-align: left;">Vantagem de ficar em bancada: lugares marcados. Fomos de metro para o Olympic Park e depois entrámos no caos. Chegámos bem perto das 17h15, hora a que abriam as portas. Problemas: havia lugares marcados para filas de bilhetes VIP, que tinham entrado antes, mas não havia qualquer indicação sobre o resto das entradas.</p><p style="text-align: left;">Acabámos por encontrar uma fila gigante na qual estivemos mais de uma hora sem nos mexermos. Estávamos à sombra, mas estava um calor descomunal. A certo ponto achei que ia cair para o lado e foi aí o momento em que senti que os alemães sabem ser solidários porque, não sei bem como, chegaram duas garrafas de água, eletrólitos, chocolate e até uma ventoinha portátil. Foi um momento bonito este de ser salva por <em>swifties</em>.</p><p style="text-align: left;">Não tão bonito foi ver a organização (ou falta dela). Quando a fila finalmente começou a andar os Paramore já estavam a tocar. Em Munique todos os bilhetes estavam na mesma fila. Depois havia revista, detetor de metais e mostrar bilhetes para, por fim, cada um se dirigir ao local onde seria a sua porta de entrada. Uma confusão. Só vimos duas músicas dos Paramore e ainda faltava entrar tanta gente.</p><p style="text-align: left;"><strong>Milhares de pessoas numa colina e um público fechado.</strong></p><p style="text-align: left;">É absurdo, eu sei. Por que raio iriam 40 e tal mil pessoas para uma colina, ao sol, num dia de calor, para ouvir um concerto que está a acontecer num estádio para o qual não têm visão? Um dia, haverá teses de mestrado e de doutoramento sobre isto. Do Marketing aos Estudos Culturais, todos tentarão explicar como a Taylor foi a maior do seu tempo. Para já foi só absurdo — mas também foi muito bonito ver a colina iluminada.</p><p style="text-align: left;">Já no concerto senti que o público demorou a descontrair e a conseguir mostrar-se caloroso. Acredito que possa ser algo cultural, no entanto dá aquela sensação de que é público mais difícil de conquistar, mas que, estando conquistado, se entrega completamente ao espírito.</p><p style="text-align: left;">Como contei, só vi duas músicas dos Paramore, por isso não lhes vou dedicar muitas linhas, ao contrário do que fiz em Lisboa. Teria gostado de ver o concerto todo, porque acho que funciona muito bem como <em>aquecimento</em> para o resto da noite. É esperar que eles façam uma <em>tour</em> a solo.</p>
<h2>The Eras Tour: uma experiência completamente diferente em cada concerto</h2>
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<p style="text-align: left;">Aquilo por que estava mais ansiosa para a The Eras Tour em Munique (além de ir a Munique) era ter uma nova perspetiva perante o espetáculo. Estar no <em>front stage</em> foi muito bom, deu para ter a Taylor pertíssimo em vários momentos, deu para dançar e saltar à vontade, mas num palco enorme como aquele há muita coisa que se perde e muitos momentos em que temos de olhar mais para o ecrã do que para o resto. Não trocava essa experiência por nada, mas queria muito descobrir que segredos guardaria outra visão para o palco.</p><p style="text-align: left;">O palco da The Eras Tour é um ecrã também e interage muito com os restantes elementos do concerto. Nota-se que este espetáculo foi pensado para proporcionar experiências diferentes e marcantes em qualquer um dos ângulos em que fosse visto, sem deixar nada ao acaso.</p><p style="text-align: left;">Algo que também é diferente na experiência de bancada é a possibilidade de sentar para descansar entre eras ou durante as músicas surpresa. Acredita, a idade pesa e uma pessoa às vezes precisa de uma pausa.</p><p style="text-align: left;">Sinto que tive uma experiência de concerto totalmente diferente, ainda mais do que esperava inicialmente, e estou mesmo muito agradecida por isso. Vamos a isto, <em>one era at a time</em>?</p>
<img width="2000" height="1600" src="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight2.jpg" alt="" srcset="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight2.jpg 2000w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight2-1536x1229.jpg 1536w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight2-1069x855.jpg 1069w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" />
<p style="text-align: left;"><strong>Lover</strong></p><p style="text-align: left;">Sente-se mesmo uma energia diferente quando <em>Cruel Summer</em> começa, mas não achei tão marcante quanto em Lisboa. Aqui, o meu momento preferido acabou por ser <em>Lover</em>, em que os fãs alemães se organizaram e tinham corações de papel para colocar no ar durante esta música. Foi muito bonito.</p><p style="text-align: left;"><strong>Fearless</strong></p><p style="text-align: left;">A era <em>Fearless</em> é uma das minhas favoritas e é muito especial para mim — e acho que se nota que é especial para o resto do público também. Foi um ato em que notei o público a ficar mais entusiasmado e diverti-me muito a cantar e sentir as bancadas começar a abanar.</p><p style="text-align: left;"><strong>Red</strong></p><p style="text-align: left;">Esta era tem dois dos momentos mais icónicos da The Eras Tour: o momento de entregar o chapéu de <em>22</em> e a <em>All Too Well</em>. São momentos incontornáveis, não há volta a dar.</p><p style="text-align: left;"><strong>Speak Now</strong></p><p style="text-align: left;">Já tinha amado a introdução com as bailarinas, mas quando vi que o ecrã do palco se enche de flores… que bonito! Já disse que a <em>Enchanted</em> não seria a minha escolha para representar a era <em>Speak Now</em>, mas o espetáculo visual é mesmo muito bonito e vale a pena.</p>
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<p style="text-align: left;"><strong>Reputation</strong></p><p style="text-align: left;">É inegável: todos os públicos adoram esta era e sente-se logo uma energia totalmente diferente assim que <em>…Ready for it? </em>começa a tocar. Daqui descobri novos efeitos visuais do palco, que nem sabia que existiam, e reforcei a minha certeza de que <em>reputation (Taylor’s Version</em>) vai bater recordes… mas talvez seja preciso fazer alguma gestão de expectativas.</p><p style="text-align: left;"><strong>Folklore/Evermore</strong></p><p style="text-align: left;">Foi a grande mudança da <em>setlist</em> pré-TTPD e acho que resulta muito bem em conjunto, uma vez que não quebra tanto o ritmo do espetáculo. A ovação de <em>champagne problems</em> é um ponto alto, mas aquele que me fez chorar que nem um bebé foi <em>marjorie</em> — não consigo não chorar com esta música, ainda por cima quando se via o estádio todo iluminado e a colina cheia de fãs também.</p><p style="text-align: left;">Outro momento bonito foi em <em>willow</em>, com os fãs a iluminaram balões amarelos. O estádio ficou tão bonito! Foi mesmo especial.</p><p style="text-align: left;"><strong>1989</strong></p><p style="text-align: left;"><em>It’s my era and I’ll scream if I want to.</em></p><p style="text-align: left;">Embora a <em>setlist</em> de <em>1989</em> não inclua os meus favoritos, à exceção de <em>Wildest Dreams,</em> foi outro ponto alto do concerto. O estádio abanou durante <em>Shake it Off</em>, <em>Bad Blood</em> não teve todo o fogo habitual e <em>1989</em> voltou nas músicas surpresas — fiquei muito feliz.</p><p style="text-align: left;">Esta era tem muitos efeitos visuais do palco e adorei poder ver tudo isso e dançar à vontade.</p><p style="text-align: left;"><strong>The Tortured Poets Department</strong></p><p style="text-align: left;">Vou arriscar dizer que é o meu ato preferido desta versão europeia da Eras e queria muito ver o que mais acontece em palco. Os momentos altos são <em>Who’s Afraid Of Little Old Me</em> e a <em>bridge</em> de <em>The Smallest Man Who Ever Lived</em>, que parece estar a ter o devido reconhecimento um pouco por toda a Europa. Berrou-se muito, sim.</p>
<img width="2000" height="1600" src="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight4.jpg" alt="" srcset="https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight4.jpg 2000w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight4-1536x1229.jpg 1536w, https://sofiacostalima.pt/wp-content/uploads/2024/08/the-eras-tour-munich-asofiaworld-daylight4-1069x855.jpg 1069w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" />
<p style="text-align: left;"><strong>Músicas Surpresa</strong></p><p style="text-align: left;">Admito: quando a Taylor começou a tocar <em>Fresh Out The Slammer</em> quase revirei os olhos e reclamei. Tinha-a ouvido em Lisboa e não tinha assim tanta vontade de a ouvir novamente. Felizmente, o <em>mashup</em> foi com <em>You Are In Love</em> e fiquei muito feliz por ter mais <em>1989</em> no concerto, ainda por cima numa música que adoro do fundo do coração.</p><p style="text-align: left;">Já ao piano, sei que não é uma música popular, mas eu gosto muito de <em>ivy</em>, por isso já estava contente com essa escolha, mas quando a juntou a <em>Call It What You Want…</em> achei que ia chorar (não chorei). É a minha preferida do <em>reputation</em> e é uma música que me diz muito neste momento. Fiquei mesmo muito feliz com as músicas que me calharam.</p><p style="text-align: left;"><strong>Midnights</strong></p><p style="text-align: left;">Se em Lisboa disse que <em>Mastermind</em> perdia um bocadinho no lugar onde estava, em Munique vi todo o cenário e fiquei muito contente. É mesmo uma daquelas <em>performances</em> que ganha muito com o palco. Aqui gostei também de <em>Anti-Hero</em>, acho que o público estava com a anergia certa, e ver <em>Karma</em> num todo, com o fogo de artifício, foi muito bom.</p>
<center><blockquote data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C-GYVtss0-f/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C-GYVtss0-f/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg> Ver esta publicação no Instagram </a><p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/C-GYVtss0-f/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Sofia Costa Lima (@asofiaworld)</a></p></blockquote>
Quando escrevi sobre Lisboa disse que achava que cada concerto seria uma experiência diferente e confirmo: é mesmo. O lugar permitiu outro ponto de vista, a companhia foi diferente e a sensação final também. Não houve tanta partilha de pulseiras, apanhámos uma molha no final, mas é mesmo um tipo de concerto diferente, onde parece que todos podemos ser quem quisermos, podemos estar à vontade e sentimos que estamos num espaço seguro.
Tal como disse em Lisboa, toda a produção é impressionante ao vivo e vale mesmo muito a pena. Sinto-me mesmo muito sortuda por ter visto o espetáculo duas vezes e em ambas ter sentido que foi a melhor coisa do mundo. Sinto-me mesmo feliz, privilegiada e sortuda por ter assistido duas vezes à The Eras Tour, por ter visto duas perspetivas diferentes, por poder guardar tantas memórias deste espetáculo. Obrigada, Tay!
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