
Uma visita ao Museu Nacional Soares dos Reis resumida em falta de cultura artística, antepassados pintores e um homem nu.

Podemos andar à Deriva com as crónicas da Madalena, mas sabemos sempre que chegaremos a bom porto.

Junho, nem sei... balões de São João, música brasileira e outras coisas que fizeram o mês.

Livros que começam muito bem e depois descarrilam? Os Melhores Anos podia perfeitamente estar nessa lista!

As ruas enchem-se de flores, as horas de sol aumentam, os dias perdidos enchem-se de esperança — chegamos à Primavera.

Acho que estou finalmente em condições de escrever sobre The Tortured Poets Department... mas só acho.

Voltar a Lisboa para concertos é a única forma de voltar a Lisboa — devaneios sobre um regresso depois de quatro anos.

Maio foi o caos, foi difícil, mas parece que um só concerto eclipsou tudo o resto.

Toda a minha experiência na The Eras Tour — Lisboa N1, com fotos, lágrimas e muito muito muito amor.

Enquanto o Fim Não Vem é um dos livros mais alucinados que já li — e é um daqueles alucinados em bom!

A poesia do Manuel António Pina é uma boa forma de começar a semana. Fiquemos com Todas as Palavras.

Tive saudades da Sally, por isso fui a um conto que é, também, uma boa forma de ficar a conhecer a autora!