
O livro de poesia escolhido para março, Alegria para o fim do mundo, trouxe algumas ideias sobre este desafio poético...

O livro de poesia de fevereiro é Exposição, o primeiro livro de Duarte Scott.

Começar um desafio para ler mais poesia? Claro que a primeira escolha tinha de ser a Filipa Leal.

Um dos favoritos do ano: Filho da Mãe, de Hugo Gonçalves, um relato visceral sobre luto, família e crescimento.

Outonecer, o livro mais recente de Júlio Machado Vaz, é uma reflexão bonita sobre envelhecimento.

O novo livro da Tânia Ganho, Lobos, é uma ficção visceral, dura de ler, mas impossível de largar.

A Desobediente Maria Teresa Horta foi uma das leituras de verão, com a história da escritora narrada por Patrícia Reis.

Uma reflexão sobre livros e leitura, impulsionada por O Vício dos Livros II, o mais recente livro do Afonso Cruz.

A primeira metade do ano já passou e estas são as reviews-relâmpago de vários livros sobre os quais acabei por não escrever.

Podia ser só uma review de Porto: Nos Recantos do Passado, do Germano Silva, mas quis mais escrever sobre o Porto.

Não é comum, mas para Ainda Estou Aqui recomendo muito o filme.

É dia de novo livro da Rita! Apesar do Sangue acabou de chegar às livrarias... e já me roubou o coração!

Uma recomendação que dá para qualquer idade: Assim, mas sem ser assim, do Afonso Cruz.