
O último livro de 2024 traz um conjunto de marcas que fazem Portugal, num ensaio que é história, marketing, branding e até cultura.

O 100.º livro do ano trouxe um autor repetido deste ano: mais crónicas do Bruno Nogueira.

Depois de Perguntem a Sarah Gross, começo a achar que escolher os favoritos do ano vai ser uma tarefa complicada...

Um drama familiar — ou de localidade — que parecia estar a perder-me e acabou a ganhar-me as lágrimas. Well done, Susana Amaro Velho!

A visão da maternidade, num romance da Tati Bernardi que quase podia ser autoficção.

A beleza que há na arte (ou não), no primeiro livro do Martim Sousa Tavares.

Mais uma voltinha, mais um livro de crónicas — e um pedido para considerarmos a Capicua uma das melhores a trabalhar com palavras.

O que é que o desporto de alta competição e a escrita têm em comum? Mais do que o esperado, pelo menos é o que[…]

Será que as grandes histórias de amor não podem surgir com ajuda de um algoritmo?

Uma viagem ao Brasil de 2010 à boleia das crónicas da Alexandra Lucas Coelho.

O Meu Pai Voava é sobre luto, mas também é uma das mais belas cartas de amor. Um regresso bonito, embora triste, à escrita da[…]