
Maio foi o caos, foi difícil, mas parece que um só concerto eclipsou tudo o resto.

Um relato pouco exagerado da minha ida à Queima das Fitas do Porto.

Um desabafo parcial sobre o estado do país e sobre processos de recrutamento com um certo toque de ridículo.

A nossa identidade, a nossa terra: uma reflexão sobre pertença, identidade e lugares.

do feed do instagram para aqui, porque hoje é um bom dia para pensarmos na liberdade.

Em 2016 escrevi um texto a questionar quantas coisas não fazemos por causa dos outros. Oito anos depois volto a ele.

Era uma reflexão instagramável sobre pequenos momentos, virou um pouco mais.

A minha carta ao pai natal sai em cima da hora, mas pode ser que ele não me falhe outra vez.

Às vezes, o melhor que podemos fazer por nós (e pela nossa escrita) é mesmo sair de casa e apanhar ar nas ventas.

dizem-me que podia comprar castanhas a estes assadores e por incrível que pareça não é o facto de serem caras que me faz dizer que[…]