O 100.º livro do ano trouxe um autor repetido deste ano: mais crónicas do Bruno Nogueira.
Depois de Perguntem a Sarah Gross, começo a achar que escolher os favoritos do ano vai ser uma tarefa complicada...
Um drama familiar — ou de localidade — que parecia estar a perder-me e acabou a ganhar-me as lágrimas. Well done, Susana Amaro Velho!
A visão da maternidade, num romance da Tati Bernardi que quase podia ser autoficção.
A beleza que há na arte (ou não), no primeiro livro do Martim Sousa Tavares.
Mais uma voltinha, mais um livro de crónicas — e um pedido para considerarmos a Capicua uma das melhores a trabalhar com palavras.
Novembro trouxe participação em dose dupla no Alma Lusitana: a oportunidade para conhecer a escrita da Ana Bárbara Pedrosa.
Um dos autores de novembro do Alma Lusitana é o Nuno Nepomuceno, a desculpa ideal para finalmente o ler...
O que é que o desporto de alta competição e a escrita têm em comum? Mais do que o esperado, pelo menos é o que[…]
Será que as grandes histórias de amor não podem surgir com ajuda de um algoritmo?
Cinco autoras portuguesas entram num bar e escrevem um livro de contos sobre doenças do sono.